Mulher torturada em assalto em Balneário Camboriú está na UTI

16/04/2014

A proprietária de um condomínio residencial em Balneário Camboriú, que foi torturada durante um assalto segunda-feira à tarde, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Coração, com quadro de saúde estável até a noite desta terça. De acordo com a Polícia Militar, Vera Lúcia Seraphini, de 57 anos, teria sido agredida por bandidos com um taco de beisebol, uma arma de fogo, chutes e pontapés. Além disso ela teria sido obrigada a tomar um líquido azul que, segundo os criminosos, a mataria em duas horas.

Conforme a PM, o crime ocorreu por volta das 13h40min de segunda em um edifício na rua 3.500. Dois homens e uma mulher entraram no estabelecimento, renderam a dona na recepção e a levaram até um dos apartamentos. Depois o trio teria amarrado e trancado no almoxarifado três funcionários, duas mulheres e um homem. Em seguida eles voltaram ao apartamento e torturaram a mulher.

Os funcionários teriam conseguido se soltar e depois de 20 minutos escutaram a mulher gritando por socorro. Quando os policiais chegaram encontraram a proprietária do residencial sangrando e em estado de choque. Ela não conseguiu dar mais detalhes sobre o crime e não reconheceu os criminosos. Encaminhada ao Hospital Ruth Cardoso, Vera Lúcia foi transferida para o Hospital do Coração na madrugada de terça-feira.

O Samu também foi acionado para prestar atendimento médico. Os assaltantes teriam levado apenas o CPU de um computador e R$ 50 em espécie. Foram feitas rondas, mas ninguém havia sido localizado até o fechamento desta edição. O delegado responsável pela investigação, Alan Pinheiro de Paula, disse que não poderia passar nenhuma informação sobre o caso.

Imagens

Uma funcionária da vítima, que prefere não se identificar, diz que Vera Lúcia mora sozinha no prédio e administra a locação dos 26 apartamentos. A senhora é separada do marido, mas tem outros familiares vivendo em Balneário Camboriú. A funcionária conta que a ação foi rápida e ocorreu na hora do almoço, quando menos gente circula pelo residencial. Ela acredita que os bandidos levaram o computador apenas para evitar que a polícia tivesse acesso a imagens do sistema de monitoramento.

— Eles nem procuraram dinheiro nem nada, só bateram nela. A gente até prestou o primeiro socorro pra ela, que estava consciente e só falava do líquido azul na boca — comenta. (colaborou Maikeli Alves)

Fonte: O SOL DIÁRIO

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