Mais três presos catarinenses são transferidos para o Regime Disciplinar Diferenciado em presídio fe

20/02/2013

O furgão do Departamento de Administração Prisional (Deap) irrompeu na madrugada pelas ruas desertas em Florianópolis.

Eram 4h20min e o veículo levava dois presos do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) para o Aeroporto Hercílio Luz, onde seguiriam de avião para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. Um terceiro preso também será transferido ainda nesta quarta-feira para o mesmo local.

As três novas transferências completam as 40 anunciadas na semana passada de presos catarinenses mandados para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em presídios federais.

Outros 37 presos foram, no sábado, para o presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Todos teriam ordenado de dentro das cadeias os atentados registrados no Estado nas últimas semanas.

Os dois presos transferidos na manhã desta quarta-feira são Marcelo Matias da Silva e Ricardo Alexandre dos Santos.

Agentes prepararam a missão de escolta dos dois desde as 3h30min da madrugada, na sede do Deap, na Avenida Ivo Silveira.

De lá, seguiram para buscar os presos, na Penitenciária de Florianópolis, na Agronômica. A Força Nacional de Segurança, que está no Estado para apoiar as transferências e guarnecer as prisões, não participou da ação.

A dupla estava numa cela da triagem, vinda dias antes da Penitenciária de São Pedro de Alcântara (Ricardo) e do presídio de Chapecó (Marcelo).

Depois da revista, entraram no furgão de Deap. Pelo menos oito agentes fizeram a escolta até o aeroporto, que durou cerca de 15 minutos.

Na chegada ao aeroporto, as viaturas entraram pela sede da Infraero, onde uma nova escolta da Polícia Federal aguardava os presos e passou a comandar a operação até o avião.

Os presos embarcaram em voo comercial às 5h55min. A previsão é que a viagem dure sete horas até Porto Velho em razão das escalas. Oito agentes do Deap embarcaram juntos.

Informados do destino minutos antes

O DC acompanhou a operação de transferência. Na Penitenciária de Florianópolis, os presos foram informados minutos antes de entrarem no furgão que iriam para o presídio federal de Porto Velho.

Um deles rompeu o silêncio apenas para indagar se o voo que iriam era comercial ou não.

Um dos agentes informou que em qualquer situação de não comportamento durante a viagem ficariam sem a alimentação.

O DC apurou que Marcelo tem antecedentes criminais por furtos a caixas eletrônicos, homicídios e roubos. Ricardo tem passagens por assaltos.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

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